quinta-feira, 12 de setembro de 2019

O QUE É SER UM MILITANTE DE "ESQUERDA"?


"Ser de esquerda não é votar no João ou no Mário. É votar no ideal de fraternidade e solidariedade que João e Mário carregam.
Ser de esquerda não é uma opinião política. É uma FILOSOFIA DE VIDA."
"A esquerda não é contra o empresário. A esquerda é contra o desrespeito dos direitos trabalhistas.
A esquerda não é contra a família tradicional. A esquerda apenas tem a consciência de que famílias diferentes da tradicional também são famílias e merecem ter seus direitos protegidos.
A esquerda não quer que você ou seu filho sejam gays. Só quer que vocês respeitem o direito daqueles que são.
A esquerda não está contra os ricos. Mas contra os que acham ter mais direitos do que os pobres.
A esquerda não é contra a fartura. A esquerda é contra a fome.
A esquerda não defende bandidos. Defende direitos humanos. Se você é humano, nós defenderemos os seus também.
A esquerda não é contra você ter uma mansão. A esquerda é contra pessoas morarem nas ruas ou em casebres.
A esquerda não é contra o capitalismo. A esquerda é contra as desigualdades sociais.
A esquerda não é contra o consumismo. A esquerda é contra a destruição do meio ambiente.
A esquerda não é contra o porte de armas. E sim contra a falta de educação e consciência do povo.
media
A esquerda não é contra a igreja, mas sim contra os discursos de ódio.
Notem que ser de esquerda não é necessariamente ser comunista ou socialista. Se assim fosse, não existiria centro-esquerda, muito menos liberalismo social.
A ignorância só serve pra aguçar o senso comum individualista natural daqueles que sentem medo. Não tenha medo de dizer pra eles que você é de esquerda.
Porque ser de esquerda é lutar por igualdade material. É lutar pelo direito das minorias. Pelo direito dos negros. É lutar pelo direito das mulheres. É lutar pelo direito do trabalhador. É lutar pelo direito de respirar um ar puro.
Existe pessoa mais democrática do que uma pessoa de esquerda? Creio que não. São poucos os que tem coragem de lutar pelos direitos dos outros.
Ser de esquerda não é votar no João ou no Mário. É votar no ideal de fraternidade e solidariedade que João e Mário carregam.
Ser de esquerda não é uma opinião política. É uma filosofia de vida."

Edição da matéria : Severino Antonio (bibiu) - Fone/zap: 9 9369 3233.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

OS BRASILEIROS ELEGERAM UM SÁDICO PARA O COMANDO DA NAÇÃO

INFELIZMENTE COM O GOVERNO BOLSONARO O BRASIL ESTÁ EM UM MOMENTO DE RETROCESSO NA CIDADANIA DE SEU POVO
Nada do que está ocorrendo na política brasileira, por mais desalentadora que seja ela, pode ser motivo de surpresa, pois estamos diante de uma tragédia didaticamente anunciada pelo seu principal personagem. O fato objetivo e grave resulta do escancaramento de uma obviedade: temos um sádico no poder, eleito pelo voto popular, e nele permanece pajeado por generais, pela Bolsa de Valores e pela Fiesp, cuja representação social não excede aquele 1% da população rica e branca que vive da especulação financeira. Mas, e este é o elemento preocupante, conta ainda com o apoio de segmentos populares expressivos, presentes nas redes sociais e mesmo nas manifestações de rua.

Nada disso é trivial e revela morbidez.

Na curta campanha presidencial, relembremos sempre, o capitão reafirmou desabridamente seu desapreço pelos valores conhecidos como inerentes ao nosso estágio civilizatório – direitos políticos, civis e individuais, direito à vida e à liberdade, o pluralismo e a tolerância. Essa mal querência ele reafirma nos seus primeiros e longos seis meses de desatinos bem ensaiados na Presidência.

O que intriga e espanta é a evidência de que o capitão é não apenas um defensor da masmorra, da tortura e do extermínio de adversários, mas, em todos os termos da definição, um sádico, que se se vale da tortura psicológica para fazer sofrer seus desafetos.

Assim se afirmou, assim foi eleito, assim governa.

A tortura, material ou psicológica, é ofício do carrasco, psicopata paranoico, destrutivista e sádico; o sádico alimenta-se na dor que inflige ao outro, e quanto mais este sofre mais ele goza. A crueldade é parte de seu caráter.

São muitos os exemplos de intervenção paranoide/sádica do capitão empossado.

Na deplorável sessão de exorcismo macunaímico em que a baixaria política transformou a abertura de processo contra o mandato de Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados, o capitão invocou o inominável coronel Ustra, torturador da ex-presidente, pretendendo reavivar-lhe os tormentos físicos e psicológicos que ela tanto padeceu na prisão a que foi submetida no regime militar. Não recebeu sequer censura oral ou escrita, as mais leves penalidades previstas no Código de Ética da Casa (sim, existe tal Código) por conduta incompatível com o decoro parlamentar. Conta-se que doutra feita irrompeu numa audiência, na mesma Câmara, ladeado pelo torturador de José Genoíno, para desestabilizar o antigo deputado e ex-preso político.

A tortura, porém, nesse ser humano de caráter deteriorado, é uma afecção que o leva a agir no próprio lar, fazendo-se torturador de seus próprios familiares, como corajosamente narra Malu Gaspar na Piauí (edição 154, julho/2019). O capitão teria forçado o filho ‘02’, narra-nos a jornalista, a ingressar na política ainda adolescente, para derrotar a própria mãe, que o rapaz adora, concorrente com ele à vereança pela cidade do Rio de Janeiro; eleito o rebento e derrotada a mãe, o capitão nomeia para comandar o mandato de vereador a madrasta do filho, por ele detestada. Por essas e muitas outras (deixo o tema com a psiquiatria), Carlos seria hoje um adulto disfuncional, em conflito com o mundo e consigo mesmo, incapaz de controlar a agressividade, como revela sua vida pública.
ALGUÉM SABE COMO SERÁ O AMANHÃ?
Depois de agredir a liberdade de imprensa e ameaçar o jornalista Glenn Greenwald - neste ponto acolitado pelo inefável ministro Sergio Moro –, o capitão avança sobre a ordem jurídica, ameaça a democracia e viola um dos mais elementares direitos humanos, o respeito aos mortos.

Para tentar atingir o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, e reiterando sua insustentável incompatibilidade com as funções que a despeito de tudo exerce, o capitão rememora que Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem, foi torturado na ditadura e, sádico sempre, promete revelar as trágicas e escabrosas condições de seu assassinato, fazendo assim seu filho e a família reviverem a dor terrível.

Segundo a Folha de S. Paulo (29/7/19), Fernando Santa Cruz, “estudante de direito pernambucano e funcionário público em São Paulo, e militante da Ação Popular Marxista-Leninista (APML), foi preso, no Rio de Janeiro, onde estava a passeio com a família. Detido no sábado de carnaval do ano de 1974, por agentes do DOI-Codi, Fernando Santa Cruz foi levado de volta a São Paulo e nunca mais foi visto”. Foi, como centenas de outras e outros brasileiros, como Sônia e Stuart Angel (no Galeão) e Mário Alves (no Quartel da Polícia do Exército, no bairro carioca da Tijuca), torturado, seviciado, assassinado e ‘desaparecido’. Os detalhes estão com o capitão Jair Messias Bolsonaro que, por vivência no tema, poderia saciar a curiosidade pública e informar quem mandou matar Marielle Franco e quem está escondendo o miliciano Fabrício Queiroz, assistente de Flávio Bolsonaro (o ‘01’) quando este era deputado estadual no RJ.

Nada mais assusta, como fato objetivo, senão a ‘naturalização’ da barbárie e a apatia que parece manter em estado de letargia a chamada sociedade civil tão ativa nos últimos anos da luta contra a ditadura. Louve-se a reação das instituições acadêmicas em defesa do saber, da cultura e da ciência e tecnologia duramente atingidas pelas novas políticas, e louve-se as reações da reativada Associação Brasileira de Imprensa (a ABI de Barbosa Lima Sobrinho) em defesa do jornalista Glenn Greenwald. Louve-se, ademais, a reação pronta do Conselho Federal da Ordem dos Advogados em socorro do exercício da profissão e da ordem jurídica, mais do que em defesa de seu presidente, o advogado Felipe Santa Cruz.

Mas nada de profundo esperemos do que depender da Casa-Grande, que está satisfeita com o novo regime e seus resultados como satisfeita estava, porque lucrava, então como agora, com o Brasil do “milagre” que “crescia” abafando os gritos e sussurros que escapavam das masmorras.

São, assim, para ela, irrelevantes as ameaças à ordem jurídica pois nossa classe dominante jamais teve apego à democracia, pois esteve sempre comprometida com todos os regimes de exceção. Para os donos do poder é irrelevante mesmo que 62 milhões de brasileiros sejam indigentes e outro tanto formado por devedores inadimplentes, e que a desnutrição tenha alcançado 5,2 milhões de concidadãos nossos entre 2015 e 2017. Ora, os ganhos da Bolsa vão bem!

Se é irrelevante para os donos do poder que o presidente da República aja como age e diga o que diz, é da mesma forma irrelevante que 80% dos trabalhadores brasileiros ganhem apenas dois salários mínimos por mês. O relevante é que o Bradesco obteve no 2º semestre de 2019 um lucro líquido de R$ 6,042 bilhões, ou seja, um crescimento de 33,7% sobre o mesmo período do ano anterior e o que o Itaú Unibanco lucrou R$ 7 bilhões.

O relevante, para o 1% que governa 214 milhões de brasileiros, é que o governo está cumprindo a “Pauta Guedes”, que está quase na reta final da “reforma” da Previdência, e, com a reforma tributária de permeio, anuncia uma onda de privatizações que empobrecerá o Estado e fará a alegria dos especuladores.

É irrelevante a categorização científica do regime, e o nível de loucura do capitão, como é irrelevante se estamos em face da hipótese de impeachment ou interdição, falsas alternativas levantadas pelos que querem que as mudanças ocorram para que tudo fique como está, como preconizava o Príncipe Tancredi na criação imortal de Tamosi di Lampedusa. Seja qual for o ismo no qual a Academia enquadre esse transe político, o fato objetivo é que estamos caminhando para o crescimento da violência – estatal e social – estimulada de cima para baixo, operada pelo chefe de Estado e por seus áulicos no poder central e nas redes sociais, acordando ódios e preconceitos até aqui ignorados. A alternativa, uma vez mais e como sempre, está na política e, no caso concreto, no aprofundamento das contradições da direita e na ampliação social e política da resistência e o rumo dos acontecimentos será ditado pela mobilização social.

Severino Antonio (bibiu - Zap: 993693233) colheu este artigo no site da CARTA CAPITAL

sexta-feira, 26 de julho de 2019

O MUNICÍPIO DE ALAGOA GRANDE COMPLETA 154 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

HOJE, 26 DE JULHO DE 2019,  O MUNICÍPIO DE ALAGOA GRANDE COMPLETA 154 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA
Alagoa Grande era parte integrante do município de Areia (cidade onde nasceu José Américo de Almeida, político e romancista, autor de A Bagaceira) até meados do século XIX, quando se tornou independente como cidade.
O ano de 1864 é considerado como o ano de sua fundação, mas em 1847 já havia passado de povoado a distrito. Foi emancipada politicamente em 21 de Outubro de 1864, sendo instalada, como vila, em 26 de Julho de 1865. Aos 27 de Março de 1908, Alagoa Grande foi elevada à categoria de cidade. Por conta desta última data muitos acreditam que o município completou 1 século de emancipação no ano de 2008, quando na verdade já decorreram 147 anos deste fato histórico.
Esta era uma região que cresceu muito no século XIX, através da agricultura baseada na cana-de-açúcar (que destruiu a Mata Atlântica do lugar, desfigurando a cobertura vegetal) que utilizava intensivamente a mão-de-obra escrava. Em seu centro ainda existem casarões que ainda hoje testemunham esse momento de grandeza econômica do município e foram construídos por escravos. Alguns desses casarões, que aparecem em frente à praça central e à matriz centenária da cidade, são cobertos por azulejos importados de Portugal no século XIX.
Embora a cidade tenha se estagnado economicamente ao longo da segunda metade do século XX (com a população ao invés de aumentar, diminui, principalmente por causa do êxodo para as grandes cidades). Alagoa Grande tem um grande potencial turístico que pode ser economicamente explorado, trazendo divisas para o município (tanto o turismo histórico, quanto o turismo rural e ecológico).
Neste município se localiza a comunidade quilombola de Caiana dos Crioulos, herança dos negros que ajudaram no crescimento econômico e cultural da cidade. Também é terra de Oswaldo Trigueiro, grande estadista que dentre os vários cargos que ocupou, destacamos: Deputado Federal, Governador da Paraíba, (...), e Presidente do Supremo Tribunal Federal. Tambem é terra de Margarida Maria Alves, líder camponesa assassinada pelos latifundiários em 1983 e do musico e cantor Jackson do Pandeiro que neste ano de 2019, estaria completando 100 anos se vivo estivesse.
Pesquisa e resumo de Severino Antonio (bibiu) zap: 993693233.

terça-feira, 23 de julho de 2019

ASSENTAMENTOS EM ALAGOA GRANDE PODEM RECEBER EM BREVE, REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA POTÁVEL.


Os assentamentos de Maria da Penha 1 e 2, Coração de Jesus e Margarida Alves 2 já são considerados extensões dos limites do município de Alagoa Grande. No local, residem famílias que desenvolveram na agricultura a solução para própria subsistência. Porém, a falta de água potável, prejudica o desenvolvimento desta atividade, bem como não oferece condições básicas de saúde, alimentação e produtividade.
 
Atendendo as reivindicações destes paraibanos, o deputado estadual João Bosco Carneiro Júnior, elaborou um requerimento solicitando a implantação de uma rede de distribuição d'água potável para a região. O requerimento já foi aprovado na Assembleia Legislativa  -  PB e segue para análise do Governo do Estado da Paraíba. "Temos certeza que em breve veremos mais este pleito realizado em prol deste humilde povo de minha terra" afirmou o Deputado cuja base eleitoral principal é nesta Cidade de Alagoa Grande.

Matéria editada por Severino Antonio (bibiu 9 9369 3233 zap) com informações colhidas nas Redes Sociais do Deputado João Bosco Carneiro Junior.

quinta-feira, 11 de julho de 2019

ALAGOAGRANDENSE MARGARIDA ALVES PRESTES A SE TORNAR “HEROÍNA DA PÁTRIA”.

Assassinada por latifundiários há 36 anos, a líder sindical de Alagoa Grande, Margarida Alves, pode ser elevada a condição de heroína nacional. A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (9) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 63/2018, que inscreve o nome de Margarida Alves no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. A proposta segue para análise em Plenário. Para ser aprovada em Plenário, a proposta contará com o apoio dos senadores paraibanos Veneziano Vital do Rêgo (PSB), José Maranhão (PMDB), e Daniella Ribeiro (PP).
A paraibana se tornou uma referência na luta pela conquista da terra, pela Justiça Social e pela igualdade.
A homenagem foi iniciativa da deputada Maria do Rosário (PT-RS) e teve como relator o senador Paulo Paim (PT-RS). O livro está depositado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília, e traz os nomes de Tiradentes, Zumbi dos Palmares e Santos Dumont, entre outros personagens históricos.
A líder sindical Margarida Alves nasceu em agosto de 1933 e morreu em agosto de 1983, logo após completar 50 anos. Ela foi assassinada por latifundiários na porta de casa, em Alagoa Grande (PB). Margarida lutava por direitos básicos dos trabalhadores rurais, como carteira de trabalho assinada, jornada de oito horas, férias e 13º salário. Em 2000, em homenagem a ela foi criada a “Marcha das Margaridas”, mobilização de trabalhadoras rurais.
Segundo apontou as investigações da polícia, a mando de fazendeiros da região, pistoleiros armados de calibre 12 atiraram no rosto da presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba, na frente de seu filho e de seu marido, na porta de casa.
O crime foi motivado pelas denúncias que a sindicalista fazia contra abusos e desrespeito aos direitos dos trabalhadores nas usinas da região. Durante os 12 anos em que presidiu o sindicato, Margarida moveu mais de 73 ações contra as usinas de cana de açúcar da região. Depois de sua morte, ela se transformou num símbolo da luta das mulheres camponesas por terra, justiça e igualdade.
Editado por Severino Antonio (bibiu) - FONTE DA NOTICIA - SITE - O EXPRESSO

sábado, 6 de julho de 2019

DEPUTADO JOÃO BOSCO CARNEIRO ENALTECE SITE CRIADO PELO GOVERNO DO ESTADO QUE VISA INFORMAR OS PREÇOS DOS PRODUTOS EM TEMPO REAL

SITE CRIADO PELO GOVERNO DO ESTADO, VEM PARA FACILITAR A VIDA DO CONSUMIDOR PARAIBANO
Enquanto agente na luta pelos direitos dos consumidores não posso deixar de falar sobre o lançamento do aplicativo de consulta de preços de produtos "Preço da Hora", fruto de uma parceria Governo do Estado da ParaíbaTribunal de Contas do Estado da Paraíba e UFPB Oficial. O aplicativo é uma ferramenta desenvolvida integralmente na Paraíba e poderá transformar uma mudança no perfil de consumo e na distribuição de produtos em nosso estado, pois possibilita aos consumidores consultar, em tempo real, o preço de quase 1 milhão de itens comercializados em 121.590 estabelecimentos distribuídos nos 223 municípios paraibanos.

Todas as iniciativas em benefício dos consumidores devem ser celebradas e divulgadas. Parabéns a toda equipe envolvida neste projeto. Desejo sucesso e que o Preço da Hora se transforme num importante aliado na vida dos paraibanos. 

O aplicativo poderá ser baixado em Smartphone (está disponível nos sistemas IOS e Android) em tablets e computadores, por meio dos sites: www.precodahora.pb.gov.br e www.paraiba.pb.gov.br.


DEPUTADO JOÃO BOSCO CARNEIRO LUTA PELA SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA DO FESTIVAL DE ARTES JACKSON DO PANDEIRO

O FESTIVAL DE ARTES EM ALAGOA GRANDE TORNOU-SE O MAIOR EVENTO CULTURAL DO BREJO PARAIBANO COM O APOIO DO DEPUTADO BOSCO CARNEIRO
Visando sedimentar definitivamente o Festival de Artes Jackson do Pandeiro de Alagoa Grande no calendário de eventos da Paraíba, o Deputado João Bosco Carneiro Junior elaborou um requerimento parlamentar solicitando a destinação de recursos permanentes para realização anual deste festival cultural. Isso porque nossa cultura precisa ser valorizada e o pandeiro do Rei do Ritmo precisa continuar ecoando através dos tempos! Viva Jackson! 

Atendendo uma solicitação do Conselho Estadual da Cultura através do Conselheiro Severino Antonio da Silva (bibiu), o Deputado destinou já para o Festival deste ano, uma emenda parlamentar no valor de R$ 500 Mil Reais e com este novo Requerimento esperamos que o Governo do Estado torne este aporte financeiro permanente para que possamos fazer em Alagoa Grande, o que antes existia em areia como o famoso Festival de Artes.  A classe artística e o trade turístico da Paraíba, parabenizam o Deputado por tão nobre iniciativa.

  A “ROTA CULTURAL CAMINHOS DO FRIO” É UM ROTEIRO TURÍSTICO DE SUCESSO E TEM O APOIO DO DEPUTADO BOSCO CARNEIRO

 
O Brejo paraibano está de portas abertas para você que vai prestigiar a programação da Rota Cultural Caminhos do Frio, evento que começou nesta segunda-feira (1º) em Areia, e termina no dia 1º de setembro, em Alagoa Grande com o Festival de Artes Jackson do Pandeiro.

Contribuindo para que o evento possa se tornar sustentável e atrair o maior número de turistas, o deputado João Bosco Carneiro Junior conseguiu aprovar uma Emenda Parlamentar no valor de R$ 500 Mil Reais destinados ao Festival de Artes Jackson do Pandeiro que acontece em Alagoa Grande de 26 de Agosto a 1º de Setembro uma vez que este é um ano especial porque estamos a comemorar o “CENTENÁRIO DO REI DO RITMO”.
 
Confira o calendário e seja bem-vindo!
01 a 07 de Julho - Areia
08 a 14 de Julho - Pilões
15 a 21 de Julho - Matinhas
22 a 28 de Julho - Solânea
29 de Julho a 04 de Agosto - Serraria
05 a 11 de Agosto - Bananeiras
12 a 18 de Agosto - Remígio
19 a 25 de Agosto - Alagoa Nova

26 a 01 de Setembro - Alagoa Grande 

DEPUTADO JOÃO BOSCO JUNIOR PARABENIZA DONA EDITE POR TER SIDO ELEITA “MESTRA DA CULTURA PARAIBANA”.
DONA EDITE PRESTIGIADA POR PARLAMENTARES e AUTORIDADES DIVERSAS
Nesta sexta-feira, 05, saiu o resultado do Edital dos Mestres da Cultura Paraibana e para nossa satisfação, com projeto de Severino Antonio (bibiu do jatobá) que concorria  desde 2017 na Secretaria da Cultura do Estado da Paraiba, a Sra. Edite José da Silva (Dona  Edite do Coco – Cirandeira do Quilombo de Caiana dos Crioulos de Alagoa Grande), foi eleita pelo Conselho Estadual da Cultura, como MESTRA DA CULTURA DA PARAIBA e vai receber além do CERTIFICADO DE MESTRA, uma ajuda financeira no valor de 2 SALÁRIOS MÍNIMOS, DO GOVERNO DO ESTADO, PARA O RESTO DA VIDA.

Amiga pessoal e de muitas décadas do Deputado João Bosco Carneiro Junior, o mesmo vem de público parabenizar a conquista de Dona Edite e de Alagoa Grande por ter uma MESTRA DA CULTURA no calendário das Estrela do Mestre Canhoto da Paraiba.  O Deputado João Bosco, que torceu muito pela vitória Dona Edite ficou visivelmente emocionado quando soube da notícia da vitória de sua mais admirada artista alagoagrandense.

Matéria Editada por Severino Antonio (bibiu do jatobá) - Fone/Zap: 9 9369 3233.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

DEPUTADO JOÃO BOSCO JUNIOR – O TRABALHO CONTINUA MESMO ESTANDO EM RECESSO LEGISLATIVO

DEPUTADO JOÃO BOSCO CARNEIRO JUNIOR - TRABALHANDO MESMO EM RECESSO
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) instalou a Comissão Representativa para atuar durante o período de recesso parlamenta. A Comissão é formada por 24 parlamentares, sendo 12 titulares e 12 suplentes.
Durante o recesso da Casa, as atribuições que competem à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e ao Plenário serão exercidas por esta Comissão Representativa. Entre os membros titulares estão o presidente da Assembleia, Adriano Galdino, e os parlamentares João Bosco Carneiro Junior, Camila Toscano, Ricardo Barbosa e Tovar Correia Lima.
Entre os atos que passam a estar sob a responsabilidade dos membros da Comissão Representativa estão o de autorizar o governador ou a vice-governadora a ausentar-se do Estado, além de deliberar sobre projetos de leis relativos a créditos adicionais solicitados pelo Governo do Estado, assim como, sobre matérias que busquem prorrogar prazo de lei.
À Comissão, composta ainda pelas deputadas Cida Ramos e Pollyanna Dutra e pelos deputados Anderson Monteiro, Anísio Maia, Edmilson Soares, Nabor Wanderley e Wilson Filho, cabe também representar a Casa em eventos de interesse nacional e internacional, além de  fiscalizar e controlar os atos do Poder Executivo.
Suplentes:
Buba Germano, Cabo Gilberto, Chió, Eduardo Carneiro, Estela Bezerra, Felipe Leitão, Jeová Campos, Júnior Araújo, Lindolfo Pires, Taciano Diniz, Trócoli Júnior e Wallber Virgolino.
Matéria editada por Severino Antonio (bibiu) com texto colhido no site da Assembléia Legislativa do Estado da PB  -  Fotos fornecidas pela Assessoria do Deputado João Bosco Carneiro Junior.